Mostrando postagens com marcador Afinitor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Afinitor. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Novo medicamento para tratar câncer renal chega ao Brasil

Uma nova alternativa para tratamento de pacientes com câncer renal após falha da terapia convencional chegou ao Brasil em setembro: o medicamento Afinitor. O remédio atua na inibição da proteína intracelular mTOR - responsável pela proliferação e crescimento das células cancerígenas -, reduzindo em 67% o risco de progressão da doença ou morte.

A inibição da proteína mTOR é considerada um dos novos alvos da ciência para o tratamento do câncer. O efeito anti-tumoral de Afinitor também vem sendo estudado para diversos tipos de tumores como mama, gástrico, pulmão, linfoma, hepatocarcinoma e tumor neuroendócrino.

No Brasil, o Afinitor recebeu da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovação em caráter prioritário (fast track), concedida apenas a medicamentos para o tratamento de doenças sem alternativa de terapia disponível no mercado. Nos Estados Unidos, a agência reguladora Food & Drug Administration (FDA) aprovou Afinitor em março, também em caráter de urgência.

O Afinitor é indicado para os pacientes com câncer renal avançado e metastático, ou seja, quando o tumor já se espalhou para outras partes do corpo. Invariavelmente o tumor se torna resistente e sem resposta ao tratamento inicial com inibidores de VEGF, proteína responsável pela inibição da angiogênese (formação dos vasos que nutrem o tumor). Antes da chegada de Afinitor, após a falha dos inibidores de VEGF, o paciente não contava com nenhuma outra possibilidade de tratamento comprovadamente eficaz.

Resultados do estudo Record-01 avaliaram a atuação do Afinitor em mais de 400 pacientes com câncer renal avançado. Os dados mostraram que o medicamento é capaz de reduzir em 67% o risco de progressão da doença ou morte, mais que dobrando o tempo que o paciente fica com o tumor sob controle.

As recentes descobertas representam um salto importante na forma de abordagem da doença. Até a década de 90, o câncer de rim era tratado com imunoterapia que conseguia resultados pouco eficazes e com diversos efeitos colaterais.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4041867-EI8147,00-Novo+medicamento+para+tratar+cancer+renal+chega+ao+Brasil.html

domingo, 28 de junho de 2009

Laboratórios apresentam bons resultados em drogas para o câncer

O laboratório suíço Novartis anunciou que testes em estágio avançado mostraram que seu medicamento Sandostatin LAR ajuda a combater tumores no intestino, enquanto outras drogas apresentam benefícios no tratamento de melanomas avançados. O rival Roche também disse nesta quinta-feira que uma nova droga ajudou a reduzir tumores em 25% das mulheres com um tipo de câncer de mama identificado como HER2-positivo, segundo dados de um teste clínico que está em estágio intermediário.

Os medicamentos contra o câncer são considerados uma área de grande crescimento potencial para os dois laboratórios suíços, que junto com várias outras empresas estão apresentando dados sobre seus testes em uma reunião da Sociedade Americana de Oncologia Clínica.

A Novartis disse que seu estudo na fase 3 mostrou que a Sandostatin LAR mais do que duplicou o tempo sem crescimento do tumor e reduziu o risco de progressão da doença em 67%. Com relação às drogas contra melanomas, o laboratório afirmou que os resultados favoráveis com o Glivec farão com que o estudo seja levado para uma segunda fase, ampliada.

Preliminares

O laboratório também apresentou resultados preliminares que mostraram benefícios clínicos em 72% dos pacientes com melanoma que foram tratados com o Afinitor em combinação com o Avastin, da Roche.

O Afinitor, uma das drogas novas mais importantes do Novartis, também ajudou pessoas com câncer hepático avançado.

Dados do teste em estágio intermediário com o novo tratamento da Roche, uma combinação do seu Herceptin com uma quimioterapia chamada trastuzumab-DM1, mostraram que cerca de 35% de um total de 112 pacientes tiveram um encolhimento dos tumores, ou a doença se estabilizou por pelo menos seis meses.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1170884-5603,00-LABORATORIOS+APRESENTAM+BONS+RESULTADOS+EM+DROGAS+PARA+O+CANCER.html